VIDE: VIA PURGATIVA; VIA ILUMINATIVA; VIA UNITIVA; VIAGEM; PEREGRINO; CAMINHANTES; ESTAÇÃO; LIBERAÇÃO; SALVAÇÃO
Beatriz de Nazaré: SETE CAMINHOS
Titus Burckhardt: Esoterismo Islamico
Las diferentes «ramas» de la filiación espiritual del Sufismo se corresponden, de forma muy natural, con los diversos «caminos» (turuq). Cada gran maestro, a partir del que puede ser trazado el comienzo de una cadena particular, tiene autoridad para adaptar el método a las aptitudes de una determinada categoría de hombres dotados para la vida espiritual. Los diferentes «caminos» corresponden pues a las diferentes «vocaciones» y están orientados hacia el mismo fin; no representan de ningún modo escisiones o «sectas» en el interior del Sufismo, aunque hayan podido producirse incidentalmente desviaciones parciales que den lugar a verdaderas sectas. El signo exterior de una tendencia sectaria será siempre el carácter cuantitativo y «dinámico» de la propagación. El Sufismo auténtico nunca puede llegar a ser un movimiento7, por la precisa razón que recurre a lo que hay más «estático» en el hombre, el intelecto contemplativo.
François Chenique: CAMINHOS
No Velho Testamento: "Desvia-te do mal (caminho purgativo), e faze o bem (caminho iluminativo); busca a paz, e vai em seu seguimento (caminho unitivo)". Salmos 34, 14; no Novo Testamento: Luc. IX, 23. No ensinamento de São Paulo encontram-se textos que se referem às três vias: o caminho purgativo: 1Cor IX, 26-27; via iluminativa: Fil III, 13-17; via unitiva simples; Gal II, 20; ou extraordinária: 2Cor XII, 2. Na Tradição, essa distinção se precisa apoiando-se às vezes sobre a diferença entre as três virtudes teologais, às vezes sobre os diversos graus da caridade: Clemente de Alexandria, Stromates, VI, 12; Cassiano, Conferência XI, 6-8; Santo Agostinho, De nat. et Grafia, LXX, 84; São Bernardo, Epist. XI, n. 8; S. Teo. II, II, q. 24, a. 9. e q. 183, a. 4.
Pierre Gordon: IMAGEM DO MUNDO NA ANTIGUIDADE
O caminho da salvação permanece o mesmo que dos tempos longínquos. Quer se trate do céu de Indra, do paraíso de Brama, ou da Terra Pura ocidental onde se assenta em seu trono Amitabha, é sempre, apesar das distinções secundárias, a estadia no seio da radiância que está em causa, e aí se ascende, a exemplo das primeiras gerações humanas, graças às disciplinas ancestrais do mundo subterrâneo. Os três métodos essenciais de Liberatio que elaborou a Índia — 1) a identificação do pensamento com a Alma do Mundo; 2) a extinção completa do desejo; 3) a bhakti, quer dizer, a piedade fervorosa para com super-homens liberadores, Ishvara (ou Senhores), aos quais invocamos o nome e aos quais esforçamo-nos por nos fazer aderir — nada mais são que a diferenciação e como a refração, de um só processo iniciático fundamental, que consistia em juntar-se ao ancestral iniciador, e a se transubstanciar nele, por uma inteira renúncia ao universo fenomenal, e pela substituição dos dois olhos carnais pelo «terceiro olho».
Ao final das contas, o que confusa ou distintamente domina desde o início da humanidade é a figura do super-homem. Neste se encontram realizadas ao mesmo tempo a extinção do desejo sensível, a incorporação total da energia radiante, e a identificação à alma invisível do cosmos. É ele que é o polo fixo das flutuações físicas. É ele que detém a vida e a luz. É ele enfim que, desde o início dos tempos humanos, toma os infelizes mortais em seus braços para os conduzir ao cume luminoso da Montanha.
Philokalia-Suplementos: CAMINHO DO NOME DE JESUS
Simbolismo
Jerônimo Bosch: A CARROÇA DE FENO
Cabala
Mario Satz: SENDEROS EN EL JARDÍN DEL CORAZÓN
Fernando Pessoa: CAMINHO DA SERPENTE
Annemarie Schimmel: CAMINHO; CAMINHO SUFI