O CAMINHO MÍSTICO
I Introdução
- Nosso objetivo é descrever o desenvolvimento normal da consciência mística
- Sua dificuldade
- Nenhum místico completamente típico
- Um "retrato composto" necessário
- Suas características
- A consciência mística em desenvolvimento oscila entre estados de dor e de prazer
- Seu crescimento é uma contínua transcendência
- Cinco grande estágios: 1. despertar ou conversão; 2 auto-conhecimento ou purgação; 3 iluminação; 4 rendição, ou a noite escura; 5 união
- A distinção entre união e êxtase
- A vida unitiva, a meta da via mística
- A aniquilação do si o fim do misticismo oriental
- O misticismo cristão nega esta interpretação de união
- Encontra nisto o aperfeiçoamento não a supressão da vida
- A divina escuridão
- A verdadeira vida unitiva ativa
- Um estado de fecundidade divina
- Os "maiores ativos"
- Seu caráter dual de ação e fruição
- Santa Catarina de Siena
- O fim próprio da via mística é a deificação
II O Despertar do Si
- O despertar da consciência transcendental
- Psicologicamente é uma forma de conversão
- Geralmente abrupta
- As vezes gradual
- George Fox
- Uma revelação inefável
- Uma visão do divino imanente no mundo
- Características gerias da conversão mística
- As instâncias
- São Francisco de Assis
- O místico típico
- Santa Catarina de Gênova
- Madame de Guyon
- Seu caráter
- Primórdios de sua vida e conversão
- Rulman Merswin
- Henri Suso
- A conversão extática
- Pascal
- Irmão Lourenço
- A percepção da realidade divina na natureza
- O "mundo transfigurado"
- As instâncias
- Walt Whitman
- Richard Jefferies
- Richard Rolle
- O cântico celestial
- A conversão pode tomar duas formas:
- (1) Expansiva e transcendente
- (2) Pessoal e imanente
- Suas características discutidas e comparadas
- O amor pessoal, o fator essencial
- O estímulo que dispara o processo de transcendência a trabalhar
III A Purificação do Si
- A purificação, o necessário corolário da conversão
- O ajuste do Si à realidade
- Limpando os poderes da percepção
- Aquisição da "bondade"
- agente de purificação
- O auto-conhecimento
- A contrição
- Santa Catarina de Gênova sobre o purgatório
- O amor, agente de purificação
- A purgação acompanha toda a vida mística; mas a via purgativa é a completude da conversão
- A auto-simplificação
- Limpando e cortando
- O desapego
- A pobreza, a castidade e a obediência: as virtudes místicas fundamentais
- A pobreza espiritual: a essência da liberdade
- Jacopone da Todi sobre a pobreza
- São Francisco de Assis
- O "sacrum commercium"
- Mestre Eckhart
- Antoinette Bourignan
- Santa Douceline
- O desapego pervertido
- A mortificação
- O aspecto positivo da purgação
- O refazer do caráter
- A morte da natureza inferior
- Uma veza a nova vida estabelecida, a mortificação termina
- "O espelho das almas simples"
- Santa Catarina de Gênova
- O aspecto psicológico da mortificação
- O sofrimento ativo
- O lado heroico da purificação
- A conquista da meticulosidade
- São Francisco de Assis
- Santa Catarina de Gênova
- Madame de Guyon
- A purgação essencial para todo misticismo
- Seus últimos estágios
- O jogo do amor
- A consciência transcendental flutuante
- A passagem da purgação à iluminação
- Os três fatores da via purgativa
- Conclusão
IV A Iluminação do Si
- A iluminação, a consciência mística característica
- Muitos artistas alcançam isto
- A parte do processo normal da transcendência
- Sua natureza
- Plotino
- A "dança mística"
- O caráter distintivo da iluminação
- O "misticismo da natureza"
- A iluminação e os mistérios
- O místico e o artista
- O cálice do espírito da vida
- As várias formas e graus da iluminação
- Sempre parece final para o místico
- Deve ser expresso artisticamente
- Frequentemente recebido na forma visionária
- Três marcas deste estado
- O sentido da presença divina
- A lúcida visão do mundo
- A atividade automática
- Caráter duplo da consciência iluminada
- Sentido da presença de Deus
- A fonte da alegria mística
- A oração da união
- Distinção entre oração da união e a vida unitiva
- O "sentido da presença" e a vida ativa
- Irmão Lourenço
- A passividade
- Santa Catarina de Gênova e a iluminação
- Natureza da iluminação
- Um acesso da nova luz
- Jacopone da Todi
- William Law
- Santo Agostinho
- A visão da realidade
- A iluminação transcendente e pessoal
- A visão iluminada do mundo
- sua natureza
- Jacob Boehme
- Fox
- William Blake
- Os místicos e a vida animal
- São Francisco de Assis
- Santa Rosa de Lima
- O platonismo e a iluminação
- Plotino
- A Cabala
- William Law
- A iluminação a uma casa a meio-caminho
- Não pode dar satisfação final à consciência espiritual
V Vozes e Visões
- Este é um tema controverso
- O racionalismo e a ortodoxia
- Ambos extremos em suas conclusões
- Interpretação literal fatal para visão
- Toda espécie de automatismo encontra-se na vida mística
- Não pode ser negligenciado por seus investigadores
- As visões podem ser frequentemente meramente subjetivas
- mas as vezes incorporam percepções transcendentais
- Algum teste necessário
- A visão mística real melhora a vida
- A maioria das atividade visionárias misturadas em tipo
- É sempre simbólica em caráter
- Uma forma de expressão artística
- Automatismos, característico de todo gênio criativo
- As visões místicas e as vozes são ajudas à transcendência
- relacionadas à vida
- Delacroix
- A audição
- a forma mais simples de automatismo
- Três espécies de audição
- o mundo intelectual
- as palavras interiores distintas
- Santa Teresa
- As audições falsas
- Caráter da verdadeira audição
- Palavras exteriores
- Audição musical
- Diálogos divinos
- A visão
- Seu caráter geral
- A maioria dos místicos desconfiam dela
- Hilton
- Juan de la Cruz
- Três classes de visões
- intelectual
- imaginária
- corporal
- A visão intelectual
- existe em todos os poetas
- de duas formas
- As visões simbólicas
- Henri Suso
- Dante Alighieri
- Santa Mechthild de Hackborn
- As visões de personalidade divina
- A visão do Cristo de Santa Teresa
- sua natureza transcendental
- A visão do Cristo de Santa Teresa
- As visões simbólicas
- As visões imaginárias ativas
- Seus caracteres
- O casamento místico de Santa Catarina
- A transverberação de Santa Teresa
- A escrita automática nos místicos
- Conclusão
VI Introversão: Parte I: Recolhimento e Quietude
- A introversão é a arte mística característica
- Seu desenvolvimento acompanha o crescimento orgânico
- É suscetível de educação
- O valor da tradição
- O treinamento da vontade e da atenção
- A contemplação é a única maneira real de perceber qualquer coisa
- Seu método descrito
- Um experimento
- A introversão
- O êxtase
- Os dois aspectos da consciência contemplativa
- A base da alma
- A contemplação filosófica
- Os graus da oração
- Sua natureza
- O fim da contemplação
- Hilton
- A oração nua
- Todos os "estágios" ou graus da oração arbitrários e diagramáticos
- Mas alguma divisão essencial à descrição
- Três estágios
- A lembrança
- A quietude
- A contemplação
- A oração cresce com o crescimento do si
- As disciplinas da mente, da vontade e do coração
- Os graus da oração de Santa Teresa
- É um progresso no amor
- Um retiro da circunferência para o centro
- Seu fim é a união
- A lembrança
- Um processo difícil
- Jacob Boehme
- A meditação
- Suas características
- Ela desenvolve-se em lembrança
- Uma ginástica espiritual
- Santa Teresa
- A quietude
- Suas características
- Amplamente inexprimível
- A suspensão do pensamento
- Seus desenvolvimento da lembrança
- É um estado de humildade
- Sua natureza descrita
- Dois aspectos da quietude
- positivo
- negativo
- Mestre Eckhart
- A Epístola de Conselho Privado
- Santa Teresa
- A quietude e o quietismo
- A "zona de perigo" da introversão
- Jan Van Ruysbroeck sobre o quietismo
- seus males
- É uma perversão da verdade
- Molinos
- Von Hügel
- A marca distintiva da verdadeira quietude
- Madame de Guyon
- A quietude é um estado de transição
VII Introversão: Parte II: Contemplação
- A contemplação, um estado de realização
- Suas principais formas
- Diferença entre contemplação e êxtase
- A contemplação definida
- Sua psicologia
- Delacroix
- É um breve ato
- É "inefável" e "noética"
- A contemplação inclui um grande grupo de estados
- Suas duas marcas
- totalidade
- auto-fundição
- É um ato unitivo
- Sua psicologia
- O que os místicos nos falam do ato contemplativo?
- Duas coisas:
- A comunhão amorosa
- A divina ignorância
- Ambas representam reações temperamentais
- O místico usualmente descreve seu próprio estado de sentimento
- Duas coisas:
- Duas formas de contemplação
- A transcendental
- A imanente
- A contemplação de transcendência
- A via negativa
- A escuridão divina
- O deserto de Deus
- Johannes Tauler
- Maeterlinck
- A visão de transcendência
- A contemplação de imanência
- Uma experiência de personalidade
- O amor divino
- Estas duas formas realmente uma
- Ambas necessárias
- Jan Van Ruysbroeck as combina
- O processo de contemplação
- Dionísio
- A Nuvem do Desconhecido
- Jacob Boehme
- A Divina Ignorância
- Angela de Foligno
- A contemplação amorosa
- A oração de união
- Necessária para uma descrição do ato contemplativo
- Oração profunda
VIII Êxtase e Arrebatamento
- O êxtase é o último termo da contemplação
- Os místicos o veem como um estado muito favorável
- Seu aspecto físico
- O transe
- Um estado corporal anormal
- Os transes saudáveis e não saudáveis
- Suas características
- Santa Catarina de Gênova
- Aspecto psicológico do êxtase
- Completo mono-ideísmo
- Uma unificação temporária da consciência
- Frequentemente ajudado por símbolos
- Santa Catarina de Siena
- Descrição de um êxtase saudável
- El acarreta uma nova percepção da realidade
- Aspecto místico do êxtase
- Um estado de "pura apreensão"
- A consecução da oração da união
- As vezes difícil de distinguir dela
- A distinção real está no transe
- Santa Teresa sobre união e êxtase
- Resultados do êxtase confirmam aqueles da contemplação
- Nenhuma linha divisória possível entre os dois
- Muitos caso não podem ser classificados
- Richard Rolle sobre duas formas de arrebatamento
- O místico em êxtase clama que atingiu o Absoluto
- A natureza de sua consciência
- Uma concentração de todo seu ser em um ato
- A percepção da eternidade
- Henri Suso
- Os neoplatonistas
- Plotino
- A auto-fusão
- A visão extática
- O arrebatamento
- Sua distinção do êxtase
- Indica desarmonia psico-física
- Santa Teresa sobre o arrebatamento
- A levitação
- O arrebatamento acarreta sempre imobilidade corporal
- geralmente desordem mental
- Os resultados finais do êxtase, bons para a vida
- Os estados extáticos contribuem para o desenvolvimento orgânico do si
IX A Noite Escura da Alma
- Retornamos ao estudo do processo de vida místico
- O balanço de volta da iluminação
- A Noite Escura
- Seu caráter psicológico
- Um período de fadiga psíquica
- A reação do esforço de lucidez mística
- O armazém da vida espiritual
- Seu estabelecimento é gradual
- Madame de Guyon
- Um estado de caos mental
- A transição para novos níveis de consciência
- Adolescência mística
- O paralelismo psico-espiritual
- Augustine Baker
- Seu caráter místico
- Toma muitas formas
- A emocional
- A intelectual
- A volicional
- Uma consecução da purgação
- A purificação final do si-mesmo
- A passagem da Lua ao Sol
- Sempre doloroso
- Suas principais formas
- A perda da presença de Deus
- Juan de la Cruz
- Madame de Guyon
- Extinção da consciência transcendental
- O sentido agudo de imperfeição
- A perda do sentimento místico
- O aborrecimento espiritual
- Jan Van Ruysbroeck
- A impotência intelectual
- A perda do poder de vontade
- Santa Teresa
- A dor de Deus, ou êxtase escuro
- Todos estes aspectos são de um estado
- A perda da presença de Deus
- Toma muitas formas
- A purificação de toda a personalidade
- Um episódio em construção de caráter
- Essencial para à realização da realidade
- Submissão
- Santa Catarina de Siena
- Adaptação ao ambiente
- Um processo além do auto-controle
- O auto-esvaziamento
- A pobreza espiritual
- A Escuridão um incidente do movimento para união
- Seu gradual desaparecimento
- Madame de Guyon
- Um "exemplo de vida"
- Henri Suso
- Razões para esta escolha
- Sua entrada na noite
- A visão da escola superior
- A visão da nobreza
- Sua educação em hombridade
- O ideal da cavalaria espiritual
- O desafio final
- Suas características humanas
- Henri Suso e o bebe
- A última crise
- O ato de submissão
- Henri Suso
- Seu caráter psicológico
- A passagem da Noite Escura
X A Vida Unitiva
- O que é a vida unitiva?
- Somente os místicos conhecem
- É um estado de vitalidade transcendente
- Sua importância para a raça
- Os místicos a descrevem sob duas formas
- metafísica
- pessoal
- A deificação e o casamento espiritual
- A auto-submissão
- A liberdade
- A atividade heroica
- A explicação psicológica
- Delacroix
- Eucken
- A unificação da personalidade em altos níveis
- A explanação do místico
- A imersão em Deus
- A transmutação
- A doutrina da deificação
- Em filosofia
- Em religião
- Sua justificação
- Não é identificação com Deus
- É a realização da realidade
- O simbolismo do fogo
- Jacob Boehme
- Ricardo de S Victor
- Santa Catarina
- Jan Van Ruysbroeck
- A Visão Beatífica
- A união de amor
- A companhia divina
- A Epístola da oração
- O casamento espiritual
- A fecundidade divina
- A vitalidade aprimorada
- Os "grandes ativos"
- Os místicos como pais da nova vida espiritual
- O caráter dual da vida unitiva
- O ser e o devir
- A fruição e o trabalho
- Jan Van Ruysbroeck, o supremo demonstrador desta lei
- Sua exibição nas vidas dos místicos
- O gozo místico
- algo implícito da vida deificada
- Dante Alighieri
- Richard Rolle
- O Cântico de Amor
- São Francisco de Assis
- Santa Teresa
- Santa Catarina de Gênova
- Conclusão