VIDE: VIRTUDE; KAKIA; PATHOS; TRADIÇÃO FILOSÓFICA GREGA
EVANGELHO DE JESUS: Filipenses 4:8; 1Pe 2:9; Pe 1:3-7
Filosofia Antiga
António Caeiro: A ARETE COMO POSSIBILIDADE EXTREMA DO HUMANO
PADRES DA IGREJA — em nosso site em francês
Mestre Eckhart: ECKHART — VONTADE E VIRTUDES
Jean-Claude Larchet: TERAPÊUTICA DAS DOENÇAS ESPIRITUAIS
Así, el hombre es virtuoso por naturaleza. «Por naturaleza poseemos las virtudes, que nos han sido dadas por Dios. Cuando creó al hombre, Dios las puso en él»; «Dios nos ha dado de este modo las virtudes con la naturaleza», precisa s. Doroteo de Gaza. «La virtud está en el alma naturalmente», señala s. Isaac el Sirio. «Las virtudes son naturales al hombre», escribe del mismo modo s. Juan Damasceno.
Julius Evola: L'ARC ET LA MASSUE
A «virtude» no sentido moderno nada tem a ver com a virtus antiga. Virtus designava a força de caráter, a coragem, a proeza, a firmeza viril. Este termo derivava de vir, o homem verdadeiro, não o homem em um sentido geral e naturalista. O mesmo termo tomou, na língua moderna, um sentido essencialmente moralista, frequentemente associado a preconceitos de ordem sexual, a ponto que se referindo a ele, Vilfredo Pareto forjou o termo "virtuismo" para designar a oral burguesa puritana e sexofóbica. Quando se diz uma «pessoa virtuosa», pensa-se hoje em dia a algo de bem diferente disto que podiam significar por exemplo, com a ajuda de uma reiteração eficaz, expressões como esta: vir virtute praeditus. Não é raro que a diferença se transforma em oposição. Com efeito, uma alma forte, confiante, intrépida, heroica é o contrário do que quer dizer uma pessoa «virtuosa» no sentido moralista e conformista moderna.
O sentido virtus como força eficiente não se manteve senão em certas locuções particulares: a «virtude» de uma planta ou de um medicamento, «em virtude» disto ou daquilo.