- Os Logoi de Hermes a Ammon (XII-XVI) e os Logoi sem designação (XVII-XXII)
- Excerto XII-XIV
- O Universo é controlado pela Providência, mantido e envelopado pela Necessidade: a Fatalidade é o que move e faz girar em círculo todo conjunto (panta) por uma força constringente; nela está a causa do nascimento e da morte.
- Considerado o papel dos três princípios (Providência, Necessidade, Fatalidade) no céu, aborda-se os mesmos em operação na Natureza.
- Tudo nasce (ginestai) pela Natureza e a Fatalidade, mas sob o controle da Providência.
- A Providência é a razão (logos) perfeita nela mesma (autoteles), do deus supraceleste; a Necessidade e a Fatalidade são poderes nascidos deles mesmos (autogeneis), deste logos, a Fatalidade obediente à Providência e à Necessidade. A Fatalidade por sua vez aos astros, instrumentos graças aos quais a Fatalidade dirige todos os eventos da natureza e da vida humana.
- Excerto XV-XVI
- A alma noética entra no embrião (humano) já formado e especificado
- Definição desta alma noética
- Excerto XVII-XX
- A alma é uma substância perfeita nela mesma
- Relações na alma entre ousia, logos, noema, dianoia, esta última servindo de regra à doxa e aisthesis.
- Nossa faculdade de escolher e as consequências desta escolha relativamente à Fatalidade.
- Condição encarnada da alma X condição separada da alma.
- Incorporeidade da alma
- Alma fonte da vida intelectiva
- Vida intelectiva e temperamento corporal
- Excerto XXI
- Excerto XXII
- Retirado de um escrito intitulado Afrodite
- Semelhança dos filhos aos pais
- Inspiração aristotélica
- Excerto XII-XIV