Seria de suma importância que a operação [da ceia] repetisse incessantemente aos fiéis estas palavras do instituidor: a carne e o sangue de nada servem; minhas palavras são espírito e vida, pois quantos espíritos a letra das outras palavras já matou! É necessário que, no oficiador, como em nós, a ideia e a palavra carne e sangue sejam abolidas, isto é, é necessário que remontemos, como o Reparador, à região do elemento puro, que foi nosso corpo primitivo e que encerra, enfim, a eterna SOPHIA, as duas tinturas, o espírito e a palavra. Somente a esse preço as coisas que se realizam no reino de Deus podem também realizar-se em nós (M.H.E., p. 283-284).