Skip to main content
id da página: 6040 Sorval Heráldica

Sorval Heráldica

Gérard de Sorval — A LINGUAGEM SECRETA DO BRASÃO

Le langage secret du blason

O brasão é antes de tudo uma linguagem simbólica e sagrada desvelando realidades secretas. Palavra hoje em dia perdida para mutos, e que Sorval tenta restituir em sua vida original e sempre presente.

A heráldica não é somente uma ciência histórica reservada aos eruditos, e frequentemente confinada às investigações arqueológicas anexas da genealogia; da mesma maneira esta obra se dirige não somente aos especialistas mas ao homem honesto de hoje em dia preocupado em compreender o sentido dos armoriais transmitidos até nossos dias pela Idade Média.

Em sua linguagem, sua construção, suas cores, o brasão ensina um caminho iniciático estreitamente aparentado aos mitos da Demanda do Graal e da Grande Obra alquímica. Emblemas misteriosos da cavalaria medieval, escudos de armas revelam em seus arcanos ideais, códigos de honra e uma via de realização interior enraizados na espiritualidade cristã, onde a Cruz do Salvador transfigura o sacrifício guerreiro.

  • Vida e Morte dos símbolos heráldicos
  • A capacidade heráldica
  • A aquisição do brasão
  • Uma linguagem hermética: palavra, encantação e grito
  • Uma geometria sagrada: a imagem do homem no emblema do coração
  • A luz de ouro das origens
  • ALGUMAS FIGURAS CARDEAIS DO BRASÃO
  • Os poderes do brasão
  • A honra do brasão
  • As variações nas expressões da necessidade heráldica
  • Anexos:
    • As principais disposições dos móveis no brasão
    • As hierarquias simbólicas do mundo feudal
    • Instruções "sobre a maneira pela qual se fazem imperadores, reis, duques, marqueses, condes, viscondes, barões e cavaleiros", segundo um manuscrito do século XV
    • «Brasão celeste»

René Guénon: OS SÍMBOLOS DA ANALOGIA
Es interesante notar, en lo que concierne más especialmente al simbolismo heráldico, que los seis rayos constituyen una especie de esquema general según el cual han sido dispuestas en el blasón, las figuras más diversas. Obsérvese por ejemplo, un águila o cualquier otra ave heráldica, y no será difícil advertir que se encuentra efectivamente esa disposición, correspondiendo, respectivamente, la cabeza, la cola y las extremidades de las alas y las patas a las puntas de los seis radios; obsérvese luego un emblema tal como la flor de lis, y se hará la misma comprobación. Poco importa, por lo demás, en este último caso, el origen histórico del emblema, que ha dado lugar a muchas hipótesis diversas: ya sea la flor de lis verdaderamente una flor, lo que estaría de acuerdo, además, con la equivalencia de la rueda y de ciertos símbolos florales como, el loto, la rosa y el lirio (que, por lo demás, tiene en realidad seis pétalos); ya haya sido primitivamente un hierro de lanza, o un pajaro, o una abeja, el antiguo símbolo caldeo de la realeza (jeroglífico sâr), o inclusive un sapo; o bien, como es más probable, resulte de una especie de "convergencia" o de fusión de varias de esas figuras, que no deja subsistir sino los rasgos comunes a ellas, en todo caso la flor de lis está en estricta conformidad con el esquema a que nos referíamos, y esto es lo que esencialmente importa para determinar su significación principal.