René Guénon: A REALIZAÇÃO ASCENDENTE E A REALIZAÇÃO DESCENDENTE
Recordaremos, como «ilustración» de lo que acaba de ser dicho, un hecho cuyo carácter histórico o legendario importa poco bajo nuestro punto de vista, ya que nos no entendemos darle más que un valor exclusivamente simbólico: se cuenta que Dante no sonreía jamás, y que las gentes atribuían esta tristeza aparente a que «volvía del Infierno»; ¿no habría sido menester ver más bien la razón de ello en que había «redescendido del Cielo»?
Roberto Pla: Evangelho de Tomé - Logion 87
O riso testamentário (e as vezes o sorriso) é o “gesto” interno que diz que a alegria de Deus entrou no homem. Quando o Senhor anunciou a Sara — a alma donzela, pura, de Abraão — que o vindo do Espírito ia nascer, finalmente, ambos riram; Abraão, com seu rosto pegado à terra, em superior humildade, como a alma que diz: “O Senhor pôs os olhos na humildade de sua escrava” (Lc 1,48; Miriam). O riso vem ao coração do homem quando este se sai das lágrimas do vale humano para contemplar a linhagem de Deus. Por isto se disse: “O que se assenta nos céus sorri, e Lucas adiciona: “Bem-aventurados os que chorais agora porque rireis”.