Skip to main content

Innocentia

PUREZA — INOCÊNCIA


PERENIALISTAS
Julius Evola: INNOCENTIA (abaixo tr. Antonio Carneiro)

Também esta palavra evocava a ideia de clareza e força, no uso predominante na antiguidade ela exprimia a pureza de ânimo, a integridade, o desinteresse, a retidão. Não se exauria no significado negativo de não ser culpado. Estava mais além a sutileza da banalidade que hoje apresenta a expressão « espírito inocente », sinônimo, quase, de simplório. Em outra língua românica, como na francesa, o mesmo termo, inocente acaba por ser também designação dos idiotas, dos espíritos degenerados por nascimento, débeis mental e como estupefatos. (O Arco e a Clava)