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id da página: 6913 Relatos de Belzebu I-1

Relatos de Belzebu I-1



Resumo feito a partir da versão em inglês de 1950, entremeada de comentários de Orage

LIVRO I

CONSELHO — I A ASCENSÃO DO PENSAMENTO => RBN I-2

'O prefácio do livro', Orage disse, 'é o que uma abertura é para uma ópera; as ideias a serem desenvolvidas estão indicadas rápida e levemente, expressas, não por afirmação direta, mas por parábola. O prefácio se denomina "O Despertar do Pensar". O livro abre com uma invocação aos três centros, à totalidade, mas especialmente ao Espírito Santo. O livro deve ser lido do coração real, ou seja, com uma compreensão emocional.

Pessoas normais começariam qualquer aventura séria com uma atitude íntegra, mas, neste planeta lunático remoto nunca o fazemos, mas apenas parcialmente. G põe sua mão sobre seu coração, ou seja, seu plexo solar, que para nós é o coração, pois não temos o Espírito Santo, não temos força neutralizante, pois somos cegos à terceira força.
  • Justa intonação desta invocação no início do que quer que seja
  • Ironia quanto a suposta tranquilidade doravante
  • Apelo inexorável à escrita de um livro
Ele não tem nenhum desejo de escrever; compele ele mesmo a escrever pela vontade, que é indiferente à inclinação pessoal; e esta é a atitude a qual cada um de nós deve aproximar-se do Método. Este livro é uma obra de arte objetiva. A arte objetiva consiste em variações conscientes do original de acordo com o plano do artista ou escritor que se esforça por criar uma impressão definida em sua audiência. A arte que conhecemos é tão natural como a canção ou o ninho de um pássaro. O ninho do papa-figo nos parece mais perfeito do que o ninho da narceja — mas não atribuímos valor consciente ao pássaro. Assim com John Milton e Michelangelo, "Milton canta mas como o pintarroxo canta".
  • Por onde começar? medo-de-afogar-na-enchente-de-meus-próprios-pensamentos
  • Começar por algo do gênero de um prefácio
  • No processo de minha vida sempre fiz tudo diferentemente dos outros
  • Começar por uma Advertência
    • Saudação pomposa
    • Confissão: Não sou escritor profissional
    • Quando crianças nos foi implantado e agora está em harmonia com nossa psique um automatismo para perceber novas impressões sem qualquer esforço
    • Doença atual: se literato e aluguel pago adiantado porque não escrever algo?
  • Centro de gravidade de minha advertência: minha ignorância da linguagem literária
  • Esforço em vão dispendido em minha educação
  • Evento excepcional e inesperado no momento de meu aparecimento na Terra de Deus
  • Evito empregar a linguagem comum na relação com os outros, devido a três dados formados em minha integralidade durante minha idade preparatória


SEGUE: CONTINUAÇÃO