Simbolismo
Keith Critchlow Excertos de "Time Stands Still: New Light on Megalithic Science"
O número Sete tem um lugar especial nas cosmologia e religiões babilônica, egípcia, hindu, assim como cristã, muçulmana e judaica. Tomando o polígono de sete lados e as “astros” dentro dele podemos colocar cada um do conjunto tradicional de planetas visíveis em cada um dos vértices. Propomos tomar o arranjo particular comunicado por Marcel Hinze como resultado de seus estudos sobre o conhecimento e práticas egípcios. Por este método colocamos o Sol no topo seguido à direita por Marte, então Júpiter, Saturno, Lua, Mercúrio e Vênus. Seguindo esta sequência de baixo e procedendo na direção horária temos os planetas como se relacional em distância da Terra: a Lua é a mais próxima seguida por Mercúrio, Vênus, Sol, Marte, Júpiter e Saturno. Este é o padrão observacional ou perceptual e pouco importa se tomamos o Sol girando ao nosso redor, como parece fazer, ou se interpretamos os padrão usando nosso conhecimento do Sol como o centro do sistema. Em nossa ilustração a diferença em “conhecimento” sobre as mecânica do sistema solar é apresentada. Tomando os planetas em sua maior distância da Terra mostramos como a sequência é idêntica em princípio tanto do ponto de vista geocêntrico como heliocêntrico.