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id da página: 7561 Wei Wu Wei AEB2 Verdade

Wei Wu Wei AEB2 Verdade

Verdade

A Visio da Verdade não pode ser dualística (uma «coisa» vista).

Não pode ser vista por um visualizador, ou via um visualizador.

Só pode haver uma visão que ela mesma é Verdade.

O não-liberto (aqueles ainda cativo à objetivação) quer que um objeto seja a realidade relativa (relativamente existindo), i.e. que deveria ser projetado independentemente de seu visualizador. Isto é basicamente dualístico.

Mas um objeto é projetado via o visualizador dele, e a sua visão é ao mesmo tempo sua projeção.

O não-liberto quer dois processos independentes:

1. O Funcionamento do Principal localizado como um objeto.

2. O objeto percebido pelo ser senciente, ele mesmo um objeto projetado pelo Principal.

Mas,

1. O ser senciente é ele mesmo Sujeito e Objeto, i.e. Principal na medida que É um objeto projetado geralmente interpretado como «João da Silva» na medida que ele é um objeto de percepção.

2. A interpretação generalizada da projeção do Principal como «João da Silva» é um objeto, somente uma aparência: isso que ele É é Principal Cujo aparente Funcionamento sujeita ele a tal interpretação generalizada da para de «outros» aspectos generalizados daquele Funcionamento que são tais como objetos aparentemente independentes no espaço-tempo.

O não-liberto quer um objeto projetado, «João da Silva» para perceber outro objeto projetado que é independentemente existente, mas «João da Silva», como objeto projetado, não pode ver nada, sendo ele mesmo só um percepto. Na medida que ele pode ser dito perceber, é como o Funcionamento do Principal (aquilo que ele É) que ele percebe, e a Função de perceber pelo Principal é ela mesma projeção («criação»).

Nota: «Projetado» aqui tenciona cobrir o processo total de interpretação pelo qual um percepto se torna um objeto fenomenal sensorialmente percebido e conceitualizado como tal.