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id da página: 6552 Orígenes COMENTÁRIOS AO EVANGELHO DE JOÃO

Origenes João Livro VI

Orígenes In Jo VI

Commentaire sur saint Jean


Resumo

    • LIVRO VI
      • Prólogo do Livro VI
        • Preâmbulo do Livro VI
          • Elementos autobiográficos
          • Os homens e os fatos
          • Os motivos
          • A retomada
          • Os taquígrafos
        • Os testemunhos de João Batista
          • Os santos do AT
          • A reencarnação
          • As questões sobre a alma
          • A exegese de Heracleon
            • A mulher se torna homem
            • João e sua vestimenta
            • A salvação dos psíquicos e dos espirituais
            • A tétrade
          • Os frutos
          • A descida aos infernos
          • Capacidade e dignidade
          • A ignorância do Batista
          • A presença do Verbo na criação
          • A beleza do “Cosmo”
          • O lugar de testemunho de João: Bethabara além do Jordão
          • O opróbrio do Egito
          • A Redenção
          • Os mártires
          • A subida junto ao Pai
          • Os sofrimentos purificadores dos pecadores
        • A descida à Cafarnaum
          • As contradições dos evangelhos
          • O lugar de Deus
          • O impossível
          • A descida à Cafarnaum
          • Páscoa de Deus e Páscoa do Judeus
          • Os alimentos espirituais
        • O mercadores caçados do templo
          • A Igreja
          • A ab-rogação da figura
          • A alma
        • O templo destruído e reconstruído em três dias
          • “O templo de seu corpo”
          • A morte
          • Os três dias da ressurreição
          • O autor da ressurreição: o Deus uno e trino
          • O momento da ressurreição
          • O fruto da ressurreição: a fé
      • Análise do Livro VI
        • Preâmbulo
          • Calma necessária a toda construção
          • A interrupção do comentário
          • Sua retomada
        • Testemunhos de João Batista
          • Eis o testemunho de João
            • Seu primeiro testemunho
              • Versículo 16 a 18 são a atribuir ao Batista, figura do AT
              • Os maiores dentre os patriarcas e profetas conheceram o Cristo
              • Conheceram a ciência dos viventes
              • Compreenderam os mistérios ocultos sob suas visões, suas palavras, seus atos
              • Diferença entre o conhecimento do mistério e a visão de sua realização
              • Os cristão devem defender o AT contra os heréticos
              • Retomada da discussão sobre a atribuição dos versículos 16 a 18
              • Verdade em si e verdade das criaturas
              • A Justiça, a Vida, o Cristo — as justiças, as vidas, os cristos
            • Os dois testemunhos seguintes
              • O relato histórico
              • Atitude dos interlocutores de Jesus
          • Então os Judeus enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para lhe perguntar: Tu, quem és? Ele confessou e não negou. Ele confessou: Não sou eu o Cristo.
            • Aproximação entre as questões postas pelos judeus e por João a Jesus
            • A espera do Messias
          • Ele lhes demandaram: Então quem? És tu Elias? Ele respondeu: Não, não o sou.
            • A vinda de Elias antes daquela do Cristo
            • Uso do texto pelos partidários da reencarnação
            • Diferença entre a alma, o espírito, o poder
            • Impossibilidade para os judeus de ignorar o nascimento de João
            • Impossibilidade para João de ignorar sua própria existência anterior
            • Os judeus talvez cressem no fim do mundo iminente
            • Muitos ignoraram o nascimento de Jesus
            • A falsa identificação de Elias e de Fineias pode explicar esta de Elias e de João
            • Questões sobre o destino da alma
          • És tu o profeta? Ele respondeu: não
            • João é um profeta, não o profeta, que é Cristo
          • Eles lhe disseram então: Quem és tu? Para que demos uma resposta àqueles que nos enviaram. Que dizes de ti mesmo?
            • Questão dos sacerdotes e dos levitas
          • Ele disse: Eu sou a voz daquele que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías.
            • João é a voz
            • Necessidade e natureza do clamor
            • O caminho do Senhor
            • A interpretação de Heracleon
              • O Salvador é o Verbo, João a voz, os profetas um rumor
              • Diferença entre João e seu exterior
              • Motivo da escolha dos sacerdotes e dos levitas
            • Havia também enviados dos fariseus; eles lhe questionaram e eles lhe disseram: Porque então batizas se tu não és nem o Cristo, nem Elias, nem o profeta?
              • Hipocrisia e jactância dos fariseus
              • Sua questão: quem tem o direito de batizar?
              • Comparação com os evangelhos sinóticos
                • Marcos
                • Mateus
                • Lucas
                • Abordagens diferentes endereçadas às multidões e aos fariseus
                • O ou os frutos que lhes são demandados
                • Necessária visão de conjunto das diversas atitudes para com o Batista
            • João lhes respondeu: Eu, eu batizo na água. Mas há no meio de vós alguém que não conheceis; ele vem depois de mim e não sou digno de desamarrar a correia de sua sandália.
              • Pertinência da resposta de João
              • Grandeza de Jesus
              • Passagens paralelas dos sinóticos
                • Citações
                • Discussão do texto de Mateus
                • O texto de Marco
                • A interpretação espiritual das sandálias de Jesus
              • Comparação de João e dos sinóticos
                • Capacidade e dignidade
                • As sandálias e a sandália
              • A presença do Verbo
                • Em toda a criação
                • No coração do homem
                • Como o Cristo vem depois do Batista
                • Firmeza da atitude do Cristo
              • A interpretação de Heracleon
                • Só pensa na vinda visível do Senhor
                • João confessa sua indignidade em face de Jesus
                • O Batista seria o símbolo do Criador
                • A sandália, figura do mundo
              • Presença de Deus no universo
            • Isto se passou em Bethabara além do Jordão onde João batizava
              • Necessidade de substituir Betânia por Bethabara
                • Prova
                • Erros análogos
              • O Jordão — uma descida, segundo seu nome — é figura do Verbo feito carne
              • Os diversos atributos do Salvador a respeito dos diferentes estados da alma
              • Interpretação espiritual da passagem do Jordão
              • Uma Páscoa nova segue-se à passagem do Jordão
              • Elias e Eliseu
              • Naaman, o Sírio
              • O Jordão, único rio salutar
              • Rio do Egito, domínio do inimigo — Jordão, domínio de Deus
            • Na manhã, ele viu Jesus vir a ele
              • O primeiro encontro de Jesus e do Batista
              • Progressão e cronologia dos testemunhos de João
              • Ensinamentos complementares fornecidos pelos diferentes evangelhos
            • Ele disse: Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo
              • Os diversos sacrifícios dos judeus, imagens de realidades espirituais
              • O cordeiro imolado em sacrifício perpétuo
              • O Cordeiro de Deus: o homem Jesus
              • Os mártires
              • Eficacidade do sacrifício do Cristo
              • Ele deve se purificar junto ao Pai
              • Só o Cristo consentiu em habitar junto dos homens pecadores
              • A redenção é a princípio a obra de Deus
              • Sofrimentos purificadores infligidos aos pecadores
              • Sentido da palavra “cosmo” neste versículo
              • Interpretação de Heracleon