Segundo Jean Richer é de tal maneira rico o simbolismo da obra de Baudelaire, especialmente das Flores do Mal que muito ainda se precisaria estudar para expô-lo adequadamente.
« Mon cœur mis à nu », LXXXI, Baudelaire, Œuvres complètes, Bibliothèque de la Pléiade, p. 1231.
“É impossível percorrer qualquer gazeta, de qualquer dia, mês ou ano, sem nela encontrar, em cada linha, os sinais da perversidade humana mais espantosa, ao mesmo tempo que as mais surpreendentes fanfarronadas de probidade, de bondade, de caridade, e as afirmações mais desavergonhadas relativas ao progresso e à civilização.
“Todo jornal, da primeira à última linha, não passa de um tecido de horrores. Guerras, crimes, roubos, impudicícias, torturas, crimes dos príncipes, crimes das nações, crimes dos particulares, uma embriaguez de atrocidade universal.
“E é com esse repugnante aperitivo que o homem civilizado acompanha sua refeição todas as manhãs.”
DESTAQUES:
- Baudelaire
- Wikipedia Português
- Wikipedia Francês
- CHARLES BAUDELAIRE, de Gonzague de Reynold
- CHARLES BAUDELAIRE