Tradução de Antonio Carneiro pags. xii e xiii:
Esta denominação (Pequena Ascética1 ) foi definitivamente consagrada pelo saudoso P. Jean Gribomont, OSB. Citamos suas próprias palavras: “O aporte mais importante das antigas versões se deve ao latim de Rufino e ao siríaco, que dependem de uma recenção curta, a Pequena Ascética... A versão latina é composta de 203 Questões; dela conheço 60 manuscritos, um do século VI. Em siríaco há 183 Questões, (e) dos 5 testemunhos, 2 datam do século VI”2 . Não é estranho o fato de que a Pequena Ascética (PA) não se tenha conservado em grego: “Foi eliminado pela concorrência das recenções (gregas) completas; o achamos somente nas antigas versões latinas e siríacas”3 .
A importância maior da primitiva tradução siríaca reside no fato de confirmar a existência de um primeiro estágio da Ascética: a PA. Aliás, pode contribuir para corrigir algumas deficiências da versão latina. Não serve, por sua vez, para efetuar uma retroversão, mas “entre várias leituras gregas, pode-se habitualmente reconhecer a que foi lida; discerne-se assim, sobretudo utilizando o latim de Rufino, que desconhecia os textos gregos”4 . Fica, pois, claro que seu valor está muito ligado ao da tradução latina. A data em que foi realizada poder-se-ia aproximar muito a mesma de Basílio, “que estava em relação permanente com o monacato sírio ”5 .
A primeira edição da PA latina apareceu em Veneza em 13 de abril de 1500. Tratava-se de uma coleção de Regras: as de São Bento, São Basílio, Santo Agostinho e São Francisco de Assis, por Jean François Brixianus, monge da Congregação De Santa Justina. A edição Sancti Basilii Opera (Paris, 1520) retomou o mesmo texto editado por Brixianus; só introduziu uma mudança na apresentação: 100 capítulos no lugar de 95. Mais tarde, L.Holste ( Holstenius) publicou em Roma, em 1661, o Codex Regularum de Bento de Aniano, dentro do qual se achava a Regula Basilii. Este mesmo texto sem modificações, logo o editou M.Brockie (Ausbourg, 1759), e é o que, finalmente, reproduziu J.P.Migne na Patrologia Latina (vol. 103, cols. 488-554; Paris,1851).
J. Gribomont demonstrou em seu momento as insuficiências destas edições. Contudo, até a recente edição de Klaus Zelzer (Wien, 1986), a de Holste pode ser considerada a melhor de todas6 .
Não há dúvidas sobre o fato de que a tradução latina da PA seja obra de Rufino de Aquiléia. Seu trabalho como tradutor neste caso é muito bom. Logrou uma versão inteligente e fiel, que constitui o melhor testemunho da PA7 .
Índice
1. É lícito ou útil a alguém fazer ou dizer o que pensa ser bom, sem ter o testemunho das Escrituras divinas?
2. Que espécie de profissão devem exigir uns dos outros, os que querem viver em comum segundo Deus?
3. Como converter um pecador? Ou se não se converter, como agir?
4. Se alguém, mesmo por causa de pecados leves, insiste com seus irmãos, dizendo: "Deveis fazer penitência", acaso é sem misericórdia e destrói a caridade?
5. Como fazer penitência de cada pecado e mostrar dignos frutos de penitência
6. Que pensar de quem confessa seu arrependimento por palavras, mas não se corrige do pecado?
7. Qual a sentença dos defensores daqueles que pecaram?
8. Como receber quem está verdadeiramente arrependido?
9. Que atitude tomaremos para com o pecador não contrito?
10. Com que temor e com quantas lágrimas deve a mísera alma que muito pecou abandonar os pecados e possuída de que esperança e sentimentos há de se aproximar de Deus?
11. Como odiará alguém os pecados?
12. Como pode a alma persuadir-se de que Deus lhe perdoou os pecados?
13. Quem pecou depois do batismo deve desesperar de sua salvação, por se achar envolvido numa multidão de pecados, ou até que quantidade de pecados deve confiar na benignidade de Deus, por meio da penitência?
14. Com que espécie de frutos se há de comprovar a verdadeira penitência?
15. Que significa a palavra: "Quantas vezes devo perdoar a meu irmão, quando ele pecar contra mim?" (Mt 18,21). E quais os pecados que devo perdoar?
16. Por que é que às vezes a alma sem esforço sente compunção por um pesar espontâneo que dela de repente se apossa; e por vezes de tal modo não sente contrição que, mesmo fazendo-se violência, não pode se compungir?
17. Se alguém pensar em comer, depois censurar-se a si mesmo, deve ser acusado de ter sido inquieto?
18. Se deve um membro da comunidade que pecou, depois de muitos exercícios, receber um ofício. E se deve, qual?
19. Se incorrer em suspeita de pecado alguém que não o comete às claras, deve ser vigiado a fim de que se depreenda o que se suspeitou?
20. Se deve o que viveu no pecado fugir da companhia dos heterodoxos ou também evitar a dos que vivem mal
21. Donde vêm as divagações e as cogitações e como corrigi-las?
22. Donde provêm os sonhos indecorosos?
23. Que espécie de palavras torna ociosa uma conversa?
24. O que é a injúria?
25. O que é a detração?
26. Que merece quem fala mal de seu irmão ou escuta a um detrator e o tolera?
27. Como receberemos alguém que fale mal do superior?
28. Deve-se acreditar, quando alguém com palavras ousadas e tom insolente responder a outrem e, advertido, disser que nada de mal tem no coração?
29. Como pode alguém evitar a ira?
30. Como eliminaremos o vício da concupiscência má?
31. Se não é lícito, absolutamente, rir-se
32. Donde vem o torpor inoportuno e excessivo e como o repeliremos?
33. Como se descobre que alguém está procurando agradar aos homens?
34. Como fugir do vício de agradar aos homens e como menoscabar os louvores dos homens?
35. Como se conhecerá o soberbo e como ficará curado?
36. Se as honras devem ser ambicionadas
37. De que modo o preguiçoso em cumprir o mandamento poderá recuperar a diligência
38. Se um irmão receber uma ordem e contradisser, mas depois for espontaneamente
39. Se alguém obedecer murmurando
40. Se um irmão contrista a outro, como deve ser corrigido?
41. Se aquele que contristou se recusar a pedir desculpas
42. Se quem contristou pedir desculpas, mas o entristecido recusar reconciliar-se
43. Como atender àquele que nos desperta para a oração?
44. Que merece quem ficar de mau humor ou mesmo se irritar, ao ser despertado?
45. Se alguém, tendo ouvido do Senhor que: "O servo que, apesar de conhecer a vontade de seu Senhor, não a fez, nada preparou e lhe desobedeceu, será açoitado com muitos golpes, e aquele que a ignorou e fez coisas repreensíveis será açoitado com poucos golpes" (Lc 12,47-48), negligencia, no entanto, conhecer a vontade do Senhor, terá ele alguma desculpa?
46. Se é réu de pecado quem permite a outrem pecar
47. Se convém calar diante dos que pecam
48. Como se define a avareza?
49. Que é agir com leviandade?
50. Se alguém rejeita vestes mais preciosas, mas quer para si coisa vulgar, um manto, ou um calçado que lhe fique bem, peca? Ou de que mal sofre?
51. Que é raca? (Mt 5,32)
52. O Apóstolo ora diz: "Não sejamos ávidos de vanglória"; ora: "sem servilismo, como para vos fazerdes bem vistos" (Ef 6,6). Quem é ávido da vanglória e quem é que busca o beneplácito dos homens?
53. Que é mancha da carne e nódoa do espírito e corno delas nos manteremos puros ou que é a santidade e como a alcançaremos?
54. Que é o egoísmo e como se conhecerá o egoísta?
55. Qual a diferença entre amargura, furor, ira e exasperação?
56. Tendo proferido o Senhor que: "Todo o que se exalta será humilhado" (Lc 18,44), e como preceituou o Apóstolo: "Não te ensoberbeças" (Em 11,20), e em outro lugar: "Arrogantes, soberbos, altivos" (2Tm 3,2), e de novo: "A caridade não se ensoberbece" (1Cor 13,4), quem é que se ensoberbece, quem o arrogante, quem o orgulhoso, quem o presunçoso, quem o inchado?
57. Se alguém tiver um vício incorrigível, depois de frequentemente repreendido, deve ser batido ou é preferível despedi-lo?
58. Se é condenado apenas quem mentiu conscientemente ou se também aquele que, por ignorância, afirmou absolutamente alguma coisa contra a verdade
59. Se alguém planejar uma coisa e não a fizer, será condenado como mentiroso?
60. Se alguém teve a ideia de fazer algo que desagradasse a Deus, e decidiu fazê-lo, será melhor desistir do mau propósito ou cometer pecado, por receio de se desmentir?
61. Se alguém não pode trabalhar, nem quer aprender os salmos, que fazer dele?
62. Que é preciso que alguém faça para ser condenado por ocultar o talento?
63. Que é preciso que alguém faça para ser condenado como os murmuradores contra os últimos?
64. Como Nosso Senhor Jesus Cristo disse: "Mas, se alguém fizer cair em pecado um destes pequenos, melhor fora que lhe atassem ao pescoço a mó de um moinho e o lançassem no fundo do mar" (Mt 18,6), que é escandalizar? E como nos acautelaremos a fim de não sofrermos esta horrível condenação?
65. Como alguém injustamente detém a verdade?
66. Que é emulação e que é rivalidade?
67. Que é imundície e que é impureza?
68. Que é próprio do furor ou da justa indignação? Como é que, frequentemente, começando pela indignação, encontramo-nos enfurecidos?
69. Como agir com aquele que não come menos que os outros, nem consta estar inválido ou doente, mas se queixa de falta de forças para o trabalho?
70. Como deve ser tratado o que faz mau uso das vestes e dos calçados; se for repreendido, suspeita-se haver em quem o repreende parcimônia ou murmuração. Que convém fazer-lhe, se, depois da segunda e terceira admoestação justa, continuar do mesmo modo?
71. Há alguns que procuraram mais o sabor dos alimentos do que a quantidade; outros, porém, mais a quantidade do que o sabor, a fim de se saciarem. Como proceder para com ambos?
72. Se alguém, ao tomar a refeição em comunidade, se comportar sem polidez, comendo e bebendo vorazmente, deve ser repreendido?
73. Como deve ser corrigido quem repreender um delinquente não pelo desejo de correção fraterna, mas com sentimento de vingança, se, muitas vezes admoestado, persistir no mesmo vício?
74. Devem ser separados dos demais os que se apartam da comunidade e querem viver uma vida solitária, ou seguir, na companhia de poucos, o mesmo escopo de piedade? Desejamos saber o que ensina a Escritura
75. Se convém dizer que Satanás é a causa de todos os pecados, por pensamentos, palavras e obras
76. Se é lícito mentir por utilidade
77. Que é dolo, e que é malignidade?
78. Quem é inventor de maldades?
79. Como corrigir alguém que é com frequência surpreendido a tratar com dureza um irmão?
80. Por que, de certo modo, faltam a nossa mente bons pensamentos e cuidados agradáveis a Deus, e como evitaremos isto?
81. Se devem de igual modo ser repreendidos os piedosos e os indiferentes, quando ambos forem surpreendidos no mesmo pecado
82. Está escrito: "As anciãs como a mães" (1Tm 5,2). Se acontecer que uma anciã cometa o mesmo pecado que uma jovem, devem sofrer igual castigo?
83. Se alguém, tendo praticado assiduamente o bem, cair uma vez, como o trataremos?
84. Se alguém, de modos turbulentos e agitados, for repreendido e disser que Deus faz a uns bons e a outros maus, falou a verdade?
85. Se convém ter algo de próprio na comunidade
86. Se alguém disser: Nada recebo da comunidade dos irmãos, nem dou, mas contento-me com o que é meu, como agir com ele?
87. Se é lícito a cada um dar a quem quiser o manto velho ou os sapatos, segundo o mandamento
88. Que é a solicitude desta vida?
89. Já que está escrito: "A riqueza de um homem é o resgate de sua vida" (Pr 13,8), nós que as não possuímos, o que faremos?
90. Se é lícito ter uma veste para a noite, quer de pelos, quer de outra espécie
91. Se a um irmão, que nada possui de próprio, for pedido aquilo que usa, o que fazer, principalmente se estiver nu o pedinte?
92. O Senhor ordenou vender as propriedades. Por que fazê-lo? Será porque os bens prejudicam por natureza, ou por causa da dispersão do espírito que deles costuma provir?
93. Com que espírito aquele que renunciou já a seus bens e prometeu nada ter de próprio, deve usar do necessário para viver, como a roupa e o alimento?
94. Se alguém, tendo impostos a pagar, entrar na comunidade, e seus parentes forem importunados pelos cobradores, há motivo de dúvida ou de prejuízo para ele, ou para os que o receberam?
95. Se convém aos recém-vindos aprender imediatamente as palavras das Escrituras
96. Se convém permitir a quem quiser aprender as letras ou entregar-se a leituras
97. Se alguém disser: Quero por pouco tempo aproveitar-me de vossa companhia, deve ser recebido?
98. Que atitude deve manter o superior quando ordena ou dispõe?
99. Com que disposição deve alguém repreender?
100. Como despediremos os mendigos de fora? Dar-lhes-á, quem o quiser, pão ou qualquer outra coisa? Ou deve haver um designado para tal fim?
101. Deverá o encarregado da dispensação das ofertas a Deus cumprir a palavra: "Dá a todo o que te pedir e ao que te tomar o que é teu, não lho reclames" (Lc 6,30)?
102. Se convém, ou não, ser retido por exortações aquele que sai da comunidade dos irmãos por qualquer razão. Se é conveniente, sob que condições?
103. Já aprendemos que devemos obedecer aos mais velhos até à morte. Acontece algumas vezes que o próprio velho erra. Deve ser admoestado? Como e por quem? Desejamos sabê-lo. Se não aceitar, o que se deve fazer?
104. Como entregar os ofícios aos irmãos? Só a juízo do superior, ou com o voto dos irmãos? E o mesmo, quanto às irmãs
105. Se devem os recém-vindos para a comunidade aprender logo os ofícios
106. Que penas serão usadas na comunidade em vista da conversão dos pecadores?
107. Se alguém disser que deseja viver na comunidade dos irmãos, mas, devido aos cuidados com os parentes carnais, ou por causa dos tributos, estiver muitas vezes impedido de se entregar de uma vez a esta vida, deve ser-lhe permitido o acesso junto dos irmãos?
108. Se convém que o superior, na ausência da superiora, fale com uma irmã do que se refere à edificação da fé
109. Se convém que o superior fale com frequência com a superiora, principalmente se alguns dos irmãos se aborrecem com isto
110. Se deve estar presente a superiora quando uma irmã se confessa a um presbítero
111. Se o presbítero ordenar algo às irmãs, sem conhecimento da superiora, tem ela o direito de se indignar?
112. Se é conveniente, quando alguém vem seguir uma vida dedicada a Deus, ser recebido pelo superior sem o conhecimento dos irmãos, ou deve isto ser-lhes comunicado primeiro?
113. Se é possível àquele que tem a responsabilidade das almas observar a palavra: "Se não vos transformardes e vos tornardes como criancinhas" (Mt 18,3), visto ter relação com muitas e diferentes pessoas
114. Se é dever obedecer a todos os que dão ordens e a qualquer um deles, porque o Senhor ordenou: "Se alguém vem obrigar-te a andar mil passos com ele, vai com ele dois mil" (Mt 5,41) e o Apóstolo ensinou a nos sujeitarmos uns aos outros, no temor de Cristo (Ef 5,21)
115. Como hão de obedecer uns aos outros?
116. Até onde vai a obediência, segundo as normas para agradarmos a Deus?
117. De que vício sofre quem não aceita receber ordens diárias para a realização de um mandamento, mas quer aprender um ofício? Deve ser tolerado?
118. Qual será a recompensa de quem é zeloso em cumprir o mandamento, mas não faz aquilo que lhe é ordenado e sim o que quer?
119. Se é lícito a alguém recusar o trabalho que lhe é confiado e procurar outro
120. Se convém sair para algum lugar sem avisar ao superior
121. Se é lícito recusar os trabalhos mais pesados
122. Deve-se permitir a recusa da eulógia a alguém que disser: "Se não receber a eulógia não como"?
123. Se alguém se entristece porque não lhe permitem fazer aquilo que não é capaz de fazer, isto deve ser tolerado?
124. Se deve alguém que se encontrou com hereges ou gentios comer com eles ou saudá-los
125. Se alguém a quem foi confiado um trabalho e sem avisar fizer algo aquém da ordem ou além do prescrito, deve ser mantido no trabalho?
126. Como não se deixar vencer pelo gosto de comer?
127. Dizem alguns ser impossível ao homem não se irar
128. Se é lícito permitir a quem quiser fazer abstinência além de suas forças, de modo a ficar tolhido de praticar o mandamento que lhe é proposto
129. Se alguém jejua muito e por isso não pode tomar dos alimentos da mesa comum, o que será melhor? Jejuar com os irmãos e comer com eles, ou por causa do jejum imoderado ter necessidade de outros alimentos, na refeição?
130. Como se deve jejuar, quando for preciso jejuar por motivo de piedade? Por obrigação? Ou de boa vontade?
131. Faz bem quem não toma alimentos quando os irmãos comem, mas procura outros?
132. Que pensar de quem diz: "Isto me faz mal", e se contrista se não lhe derem outra coisa?
133. Se alguém murmurar por causa da comida
134. Se alguém, irado, se recusar a tomar o necessário
135. Se convém, ao que faz um trabalho cansativo, procurar mais alguma coisa, além do que costuma receber
136. Se é de obrigação reunirem-se todos à hora do almoço; e como receberemos o que estiver ausente e chegar depois do almoço?
137. Se é bom que alguém decida, por exemplo, por algum tempo, abster-se de alguma coisa na comida ou na bebida
138. Se na comunidade será lícito a alguém jejuar ou fazer vigílias mais do que os outros, a seu arbítrio
139. Se intensificamos o jejum, tornamo-nos mais fracos para o trabalho. Que é preferível? Dificultar o trabalho por causa do jejum, ou negligenciar este último, por causa do trabalho?
140. Se alguém não se abstiver dos alimentos que lhe fazem mal e, ingerindo-os fartamente, cair doente, deve ser tratado?
141. Se convém nas oficinas encontrarem-se hóspedes, ou alguns de casa, que saiam de seu lugar
142. Se os artífices devem receber alguma encomenda, sem o conhecimento do responsável por estes trabalhos
143. De que modo devem os que trabalham cuidar dos instrumentos a seu cargo?
144. Se alguém perder alguma coisa por descuido, ou abusar, desprezando-a
145. Se alguém, por própria conta, der ou receber uma coisa emprestada
146. Se por urgente necessidade o prepósito lhe pedir um instrumento, mas ele negar
147. Quem estiver ocupado no celeiro, na cozinha, ou em coisa semelhante, se não se apresentar no tempo da salmodia e da oração, sofrerá detrimento espiritual?
148. Até onde vai a faculdade de administrar do responsável pelo celeiro?
149. Qual a sentença do ecônomo que fizer algo por acepção de pessoas ou por contestação?
150. Se por negligência não der a um irmão o necessário
151. Se é permitido no serviço falar em voz mais alta
152. Se alguém, chegado o seu turno de servir na cozinha, trabalhar acima de suas forças, de modo que por uns dias fique impossibilitado de trabalhar como de ordinário, convém impor-lhe este ofício?
153. Como a encarregada das lãs guarda-las-á, e de que maneira atenderá às que trabalham?
154. Se forem poucos os irmãos e servirem a muitas irmãs, de modo que precisem separar-se, distribuindo-se o trabalho, haverá perigo?
155. Aprendemos que devemos servir aos doentes no hospital como a irmãos do Senhor; se tal não for aquele que é servido, como tratá-lo?
156. Se o encarregado do celeiro ou de ofício semelhante deve ser mantido, ou será bom trocar
157. Com que atitude se deve servir a Deus: e o que é, em resumo, esta atitude?
158. Com que atitude deve ser recebida uma punição?
159. Que pensar de quem se aborrece com quem o repreende?
160. Com que atitude devemos servir aos irmãos?
161. Com que humildade se receberá um serviço da parte de um irmão?
162. Como há de ser a caridade para com os outros?
163. De que modo exercerá alguém a caridade para com o próximo?
164. Que quer dizer: "Não julgueis e não sereis julgados" (Lc 6,37)?
165. Como pode alguém saber se é por zelo de Deus que se comove contra o irmão que pecou, ou por ira?
166. Com que atitude se deve ouvir quem insiste na prática do mandamento?
167. Como há de ser a alma que for considerada digna de se ocupar na obra de Deus?
168. Com que atitude deve ser recebido o hábito e o calçado, sejam quais forem?
169. Como se portará um irmão mais jovem a quem for ordenado dar alguma instrução a um mais velho em idade?
170. Se devem ser tidos na mesma conta os que procedem melhor e os que agem menos bem
171. Como trataremos um inferior que se contrista porque lhe é preferido outro mais piedoso?
172. Com que temor, convicção e atitude receberemos o corpo e o sangue de Cristo?
173. Se é lícito à hora em que, em casa, se realiza a sal-modia, travar-se uma conversa qualquer
174. Como praticará alguém, com ânimo e grande desejo, os mandamentos do Senhor?
175. Como se manifestará que alguém ama o irmão segundo o mandamento do Senhor; e como se convencerá de que não ama deste modo?
176. Quais os inimigos que temos o dever de amar? Como amaremos os inimigos? Somente conferindo-lhes benefícios, ou também pela afeição? E isto é possível?
177. Como devem os fortes carregar as enfermidades dos fracos? (Rm 15,1)
178. Que significa: "Ajudai-vos uns aos outros a levar os vossos fardos" (G1 6,2)? Qual a lei que cumprimos ao fazer isto?
179. Como poderá alguém sem a caridade ter tal fé que transporte montanhas, ou dar todos os seus bens aos pobres, ou entregar seu próprio corpo para ser queimado?
180. Com que atitude e atenção devemos ouvir a leitura, durante a refeição?
181. Se houver duas comunidades de irmãos vizinhos, uma que luta com a pobreza e a outra que dificilmente dá, como deve a pobre portar-se para com a que não dá?
182. Quais frutos comprovam a compaixão de quem repreende o irmão que peca?
183. Se houver entre alguns dos que vivem em comunidade um desentendimento, será certo concordar com eles por causa da caridade?
184. Como poderá alguém, quando exorta ou censura, não apenas se esforçar por se exprimir sabiamente, mas também conservar a devida atitude para com Deus e para com aqueles aos quais fala?
185. Se alguém, vendo que sua palavra tocou os ouvintes, se alegrar, como poderá saber se é por boa disposição ou viciosa afeição para consigo mesmo que se alegra?
186. Uma vez que fomos instruídos a ter tal amor a ponto de dar a vida pelos amigos, queremos saber para que amigos devemos querer isto
187. Se devem todos receber alguma coisa dos parentes carnais
188. Como encararemos os antigos companheiros, ou os parentes que nos vêm visitar?
189. Devemos ouvi-los se quiserem com exortações induzir-nos a voltar para casa?
190. Se devemos compadecer-nos dos parentes, desejando a sua salvação
191. Que significa ser manso?
192. Qual a tristeza segundo Deus e qual a de acordo com o mundo?
193. Que é gáudio no Senhor? Quais dentre nossas ações devem nos alegrar?
194. De que modo chorar para sermos dignos da bem-aventurança?
195. Como fará alguém tudo para a glória de Deus?
196. Como haverá alguém de comer e beber para a glória de Deus?
197. Como agirá a direita, de modo que não o saiba a esquerda?
198. Que é humildade e como a alcançaremos?
199. Como estará alguém inteiramente pronto até a enfrentar os perigos, por causa do mandamento do Senhor?
200. Como poderão os que, durante muito tempo, já se gastaram na obra de Deus, ajudar os recém-vindos?
201. Como chegará alguém a estar bem atento na oração?
202. Se é possível em tudo e sempre não ter distrações e como realizá-lo?
203. Se, na realização do mandamento do Senhor, a medida é uma só para todos, ou uns têm mais e outros menos?
204. Como alguém se tornará apto a ser participante do Espírito Santo?
205. Quem são os pobres de espírito? (Mt 5,3)
206. O Senhor ordena que não nos inquietemos com o que comeremos, o que beberemos, ou com que nos vestiremos (Mt 6,31). Até onde vai este mandamento? Como o praticaremos?
207. Uma vez que não se deve ter inquietação a respeito da própria subsistência, e há outro preceito do Senhor que diz: "Trabalhai, não pela comida que perece" (Jo 6,27), será supérfluo trabalhar?
203. Se é boa a ascese do silêncio contínuo
209. Como poderemos temer os juízos de Deus?
210. O que é a veste decente, conforme o Apóstolo ensina?
211. Qual a medida do amor de Deus?
212. Como alcançar a caridade para com Deus?
213. Quais os sinais da caridade para com Deus?
214. Qual a diferença entre benignidade e bondade?
215. Qual é o pacífico que o Senhor denomina bem-aventurado?
216. Em que devemos nos converter e tornar-nos como crianças (Mt 18,3)?
217. Como receber o reino de Deus qual criança?
218. Que entendimento devemos pedir a Deus e como nos tornarmos dignos dele?
219. Se formos beneficiados por alguém, como poderemos dar a Deus pura e total ação de graças, e agradecer sabiamente, não ficando aquém nem além da medida?
220. Se deve ser permitido a quem o desejar um encontro com as irmãs; ou quem, quando e como, falará com as irmãs?
221. Tendo-nos ensinado o Senhor a rogar que não caiamos em tentação, devemos pedir que não sintamos dores corporais? E como suportá-las se as sentirmos?
222. Quem é o adversário de cada um de nós e como concordaremos com ele?
223. Tendo dito o Senhor: "Quando jejuares, perfuma a tua cabeça e lava o teu rosto; assim não parecerá aos homens que jejuas" (Mt 6,17); se alguém quiser jejuar por um motivo agradável a Deus — corno se verifica terem os santos muitas vezes praticado — e for visto, apesar de não o querer, o que fará?
224. Acaso, ainda hoje, uns trabalham desde a primeira hora, outros a partir da undécima? E quem são eles?
225. Corno nos tornaremos dignos das palavras do Senhor: "Onde dois ou três estão reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles" (Mt 18,20)?
226. Tendo dito o Apóstolo: "Amaldiçoados, abençoamos; caluniados, consolamos" (1Cor 4,12), como deve bendizer o que é amaldiçoado e como deve consolar o que é caluniado?
227. Se deve alguém declarar aos outros o que pensa, ou guardar para si a convicção de aprazer a Deus nisto, se a tiver
228. Se em tudo se deve fazer a vontade dos que se escandalizam, ou se há alguma coisa que não deve ser simulada, mesmo se alguns se escandalizarem
229. Se é dever, vencendo o pudor, confessar a todos ou só a alguns as ações proibidas praticadas. E a quais?
230. Que significa culto e culto racional?
231. Se um irmão, ou até por vezes um sacerdote, me prejudica e age como meu inimigo, é-me lícito observar também para com ele os mandamentos acerca dos inimigos?
232. Se alguém, injuriado por outro, a ninguém o referir, por paciência e mansidão, e parecer deixar para o juízo de Deus, age conforme o que Deus quer?
233. Se faltar a alguém uma só das boas ações, acaso, por isto, não se salvará?
234. Como alguém anunciará a morte do Senhor?
235. Se é útil aprender bem muitas coisas das Escrituras
236. Como devem aqueles que forem julgados aptos a aprender os quatro evangelhos, receber esta graça?
237. Qual é a alma que se orientará segundo a vontade de Deus?
238. Se é possível, de modo ininterrupto, salmodiar, 1er, ou aplicar-se às palavras de Deus, sem intervalo de tempo, em absoluto, porque a alguns sobrevêm uma sórdida necessidade corporal
239. Que é bom ou mau tesouro?
240. Por que se diz que é larga a porta e espaçoso o caminho que conduz à perdição?
241. Por que é estreita a porta e apertado o caminho que conduz à vida? E como se entra por ele?
242. Que quer dizer: "Amai-vos reciprocamente com caridade fraterna"?
243. Que quer dizer o Apóstolo com as palavras: "Mesmo em cólera, não pequeis. Não se ponha o sol sobre a vossa ira" (Ef 4,26), porque diz noutra parte: "Toda amargura, ira, indignação sejam desterradas do meio de vós" (Ib. 31)?
244. Que significa: "Deixai agir a ira" (Rra 12,19)?
245. Que é ser "prudente como as serpentes, mas simples como as pombas" (Mt 10,16)?
246. Que quer dizer: "A caridade nada faz de inconveniente" (1Cor 13,5)?
247. Tendo dito a Escritura: "Não vos glorieis e não faleis coisas elevadas" (1Sm 2,3) e como o Apóstolo confessa: "O que vou dizer, na certeza de poder gloriar-me, não o digo sob a inspiração do Senhor, mas como
num acesso de delírio" (2Cor 11,17) e ainda: "Tenho-me tornado insensato" (2Cor 12,11); em outro lugar, porém, afirma: "Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor" (2Cor 10,17), que é gloriar-se no Senhor e qual a maneira de se gloriar?
248. Se é o Senhor quem dá a sabedoria e de sua face sai a ciência e a prudência (Pr 2,6); se também pelo Espírito a um é dada a linguagem da sabedoria, a outro a da ciência (1Cor 12,8); por que o Senhor exprobra aos discípulos: "Também vós estais ainda sem inteligência?" (Mt 15,16). E por que o Apóstolo acusa a alguns de serem insensatos? (Rm 1,31)
249. Que é honesto e que é justo?
250. Como alguém dá o que é santo aos cães ou lança as pérolas aos porcos? Ou como acontece que se evita o seguinte: "Para que não suceda que as calquem com os seus pés e, voltando-se contra vós, vos despedacem" (Mt 7,6)?
251. Por que o Senhor uma vez proíbe levar bolsa e alforje no caminho; outra, porém, diz: "Mas agora, quem tem bolsa, tome-a, aquele que tem uma mochila, tome-a igualmente e aquele que não tiver uma espada, venda sua capa para comprar uma" (Lc 10,4; 22,36)?
252. Qual o pão cotidiano que aprendemos a pedir cada dia?
253. Que é o talento e como o multiplicaremos?
254. Qual é a mesa onde se deve, como diz o Senhor, depositar o dinheiro?
255. Para onde recebeu ordem de ir aquele ao qual se disse: "Toma o que é teu e vai-te" (Mt 20,14)?
256. Qual é a recompensa que eles recebem de igual modo que os últimos?
257. Quais as palhas queimadas em fogo inextinguível?
258. Quem é o condenado pelo Apóstolo, como afetando humildade e culto, etc. (Cl 2,18)?
259. Quem é fervoroso de espírito (Rm 12,11)?
260. O Apóstolo às vezes diz: "Não sejais imprudentes" (Ef 5,17); outras: "Não sejais sábios aos vossos próprios olhos" (Rm 12,16). É possível a quem não é imprudente não ser sábio aos próprios olhos?
261. Tendo prometido o Senhor que: "tudo o que pedirdes com fé na oração, vós o alcançareis" (Mt 21,22) e
ainda: "Se dois de vós se reunirem sobre a terra para pedir, seja o que for, consegui-lo-ão" (Mt 18,19), por que alguns que suplicavam, até mesmo os santos, não receberam? Assim o Apóstolo: "Três vezes roguei ao Senhor que o apartasse de mim" (2Cor 12,8), e não recebeu o que pedia; e também o profeta Jeremias e até o próprio Moisés
262. Uma vez que a Escritura coloca a pobreza e a indigência entre as coisas louváveis, por exemplo, quando diz: "Bem-aventurados os que têm um coração de pobre" (Mt 5,3), e também: "O pobre e o desvalido louvarão o teu nome" (SI 9,17; 73,21), qual a diferença entre pobreza e indigência e como é verdadeira a afirmação de Davi: "Quanto a mim, sou mendigo e pobre" (SI 39,18)?
263. Que quer ensinar o Senhor, por meio de exemplos, àqueles aos quais acrescentou: "Assim, pois, qualquer um de vós que não renuncia a tudo o que possui, não pode ser meu discípulo" (Lc 14,33)? Se quem quer edificar uma torre ou guerrear a outro rei, deve-se preparar ou para a construção, ou para a guerra, e se não for capaz, convém-lhe, de início, não lançar os alicerces, ou deve pedir a paz, então, quem quer ser discípulo do Senhor deve renunciar? E se vir que para si é difícil, ser-lhe-á lícito não começar a ser discípulo do Senhor?
264. Tendo dito o Apóstolo: "Sejais sinceros" (Fl 1,10), e ainda: "Mas com sinceridade" (2Cor 2,17), que é ser sincero?
265. Se somente aos sacerdotes foi dito: "Se estás por fazer a tua oferta diante do altar e te lembrares que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa lá a tua oferta diante do altar e vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; só então vem fazer a tua oferta" (Mt 5,23.24), ou a todos? E como cada um de nós faz a sua oferta diante do altar?
266. Que é o sal que o Senhor mandou ter, dizendo: "Tende sal em vós" (Mc 9,49)? E o Apóstolo diz: "Que as vossas conversas sejam sempre amáveis, temperadas com sal" (Cl 4,6)
267. Se um receber muitos açoites, e outro poucos, como diziam alguns que as penas são sem fim? (Lc 12,47)
268. Em que sentido alguns são denominados filhos da incredulidade e filhos da ira? (Ef 5,6; 2,3)
269. Está escrito: "Fazendo a vontade da carne e da concupiscência" (Ef 2,3). Acaso são diferentes as vontades da carne e as da concupiscência? E quais são?
270. Que significa: "Vivemos em completa penúria, mas não desesperamos" (2Cor 4,8)?
271. O Senhor disse: "Dai antes em esmola o conteúdo e todas as coisas vos serão limpas" (Lc 11,41). Acaso será alguém purificado de todos os pecados que cometeu, por meio da esmola?
272. Uma vez que preceituou o Senhor não andarmos inquietos pelo dia de amanhã, como entenderemos bem este preceito? Vemos que temos muito empenho em obter o necessário, a ponto de armazenarmos o bastante para muito tempo
273. Em que consiste a blasfêmia contra o Espírito Santo?
274. Como se fará alguém estulto neste século?
275. Se Satanás pode impedir o propósito de um santo, porque está escrito: "Já por duas vezes quisemos ir ter convosco, ao menos, eu, Paulo. Satanás, porém, nos impediu" (1Ts 2,18)
276. Que quer dizer a palavra do Apóstolo: "Para que saibais aquilatar qual é a vontade de Deus, o que é bom, o que lhe agrada e o que é perfeito" (Rm 12,2)?
277. Qual o cubículo onde o Senhor mandou entrar o que vai orar?
278. Como pode o espírito de alguém orar, seu entendimento, porém, ficar sem fruto?
279. Que significa: "Cantai salmos sabiamente" (SI 46,8)?
280. Que quer dizer: puro de coração?
281. Deve-se obrigar aquele que não quer salmodiar?
282. Quais são os que dizem: "Comemos e bebemos contigo" e ouvem a resposta: "Não sei donde sois" (Lc 13,26.27)?
283. Se quem faz a vontade de outrem, lhe é solidário
284. Se uma comunidade se empobrecer devido a uma adversidade ou doença, pode receber de outrem o necessário, sem hesitação? E se convém, de quem o aceitará?
285. Se deve uma comunidade, ao negociar com outra, inquirir solicitamente qual o preço bem justo do objeto
286. Se adoecer um membro da comunidade, deve ser transportado ao hospital?
287. Quais os dignos frutos de penitência?
288. Quem deseja confessar os pecados, deve confessá-los a todos? A qualquer pessoa? Ou a quem?
289. Quem se arrepender de um pecado, mas recair, o que fará?
290. Como alguém trabalhará sempre e muito na obra do Senhor?
291. Que significa a cana rachada, ou a torcida que fumega? E como alguém não quebrará aquela e não apagará esta?
292. Se convém ter na comunidade dos irmãos uma escola de meninos seculares
293. Como proceder com os que evitam os pecados mais graves, mas cometem, com indiferença, os leves?
294. Qual o motivo de perder alguém a contínua lembrança de Deus?
295. Por que sinais se reconhece quem se distrai?
296. Como se persuadirá a alma de estar purificada dos pecados?
297. Como deve alguém arrepender-se dos pecados?
298. Se a Escritura permite que alguém faça o bem como lhe apraz
299. Como a alma estará bem cônscia de que não tem a ambição de glória?
300. Como se realiza a conversão, que é uma coisa oculta?
301. Se alguém disser: "Minha consciência não me condena"
302. Convém tirar do depósito para dar aos indigentes de fora?
303. Se há obrigação de obedecer na comunidade às ordens de todos
304. Se os parentes dos irmãos quiserem dar algum presente à comunidade, deve ser aceito?
305. Se convém receber algo das pessoas de fora, quer amigos, ou parentes
306. Como se evita a divagação?
307. Se convém que haja revezamento para se iniciar a salmodia ou a oração
308. Se convém que a comunidade retribua algum donativo, e se a retribuição deve ser proporcional ao presente
309. Se acontecer a alguém o que é naturalmente habitual, deve aproximar-se da comunhão das coisas santas?
310. Se convém celebrar a ceia do Senhor numa casa comum
311. Devemos visitar os que nos convidarem?
312. Se convém exortar à oração os visitantes leigos
313. Se convém trabalhar quando há visitantes