- Livro II
- Primeiro ciclo de tratados (I,1 a II,3)
- Terceiro tratado (II, 1-3): "O mundo e as criaturas que aí se encontram"
- O Mundo
- A variedade do mundo decorre dos movimentos diversos do livre arbítrio das criaturas raciocinantes
- Mas Deus harmoniza esta variedade em respeitando as liberdades
- Pois a potência de Deus mantém todo o corpo do universo
- A matéria é suscetível de tomar formas diversas
- A matéria não é incriada
- Tudo foi criado a partir do nada
- A eternidade da natureza corporal
- Corporeidade e incorporeidade final
- A corporeidade signo da condição da criatura
- O começo deste mundo e suas causas
- Há mundos sucessivos?
- Corporeidade ou incorporeidade final: argumentos para a corporeidade
- A alma veste o corpo de incorrupção
- Argumentos para a incorporeidade
- Mas seria preciso então que a matéria seja recriada se há recaída
- Crítica da concepção estoica de uma sucessão de mundos absolutamente semelhantes
- Nosso século é o único onde o Cristo teria sofrido
- A consumação de todas as coisas
- Diferentes sentidos do termo mundo
- O mundo dos bem-aventurados
- O contexto astronômico do mundo dos bem-aventurados
- A triple hipótese
- O Mundo
- Terceiro tratado (II, 1-3): "O mundo e as criaturas que aí se encontram"
- Segundo ciclo de tratados (II,4 a IV,3)
- Primeiro tratado (II,4-5): "Que o Deus da Lei e dos profetas e dos Evangelhos é uno e que é o mesmo Deus para o Antigo e para o Novo Testamento"
- O Deus da lei e dos profetas e o Pai do Senhor Jesus Cristo são um só Deus
- Primeira seção
- Jesus fala do Criador como de sue Pai
- Paulo apresenta o Deus do Antigo Testamento como o Pai do Cristo
- Refutação dos argumentos dos heréticos: a respeito da invisibilidade de Deus
- Ver e compreender: os antropomorfismo escriturários
- As paixões atribuídas a Deus: mas o Evangelho fala a mesma língua
- Segunda seção: do justo e do bom
- Os heréticos têm falsas concepções da bondade e da justiça
- Segundo a concepção dos heréticos, não se pode dizer que o Deus do Antigo Testamento seja justo
- Segundo a concepção dos heréticos, não se pode dizer que o Deus do Novo Testamento seja bom
- Ligação entre a bondade e a justiça
- Deus castiga por bondade
- Ligação entre a injustiça e o mal
- A lei, obra do deus do Antigo Testamento, é boa
- Deus é também denominado bom no Antigo Testamento e justo no Novo
- Primeira seção
- O Deus da lei e dos profetas e o Pai do Senhor Jesus Cristo são um só Deus
- Segundo tratado (II,6): "Da Encarnação do Salvador"
- O Cristo Mediador
- Estupefação diante dos rebaixamentos do Verbo
- O Verbo e alma assumida: a comunicação dos idiomas
- A união incomparável desta alma com o Verbo
- Embora seja uma alma autêntica, ela está ligada ao bem de maneira inconvertível
- Como o ferro mergulhado no fogo se torna fogo
- A alma juntada ao Verbo: "sombra do Cristo"
- Terceiro tratado (II, 7): Que o mesmo espírito estava em Moisés e nos outros profetas e nos santos apóstolos
- Do Espírito Santo
- Só há um Espírito Santo
- No Novo Testamento, o Espírito Santo pode ser dado a todos
- Diversidade dos dons do Espírito. Desprezo dos montanistas
- O Espírito Santo é Paracleto
- O Cristo também é Paracleto
- Do Espírito Santo
- Quarto tratado (II,8-9): Sobre a alma
- Primeira seção: Sobre a alma em geral
- As almas dos animais
- Almas dos anjos, "de Deus", do Cristo
- Alma, espírito, inteligência
- A inteligência se tornou alma e voltará a ser inteligência
- O termo alma está associado à ideia de frio
- O termo alma é empregado em geral em um contexto de condenação ao invés de louvor
- A degradação da inteligência em alma comporta graus
- A alma e o espírito do Salvador
- Que quer dizer a Escritura quando fala da "alma de Deus"? Os antropomorfismos
- Segunda seção: Do mundo, dos movimentos das criaturas raciocinantes, boas ou más, e de suas causas
- Deus fez as criaturas raciocinantes em número determinado
- A mutabilidade dos seres raciocinantes vêm por terem sido criados e começaram a ser
- Diversidade entre os seres deste mundo
- Tudo foi criado no Cristo que é Justiça
- Como conciliar com a justiça de Deus a diversidade das condições dos seres raciocinantes?
- A diversidade das condições dos seres raciocinantes vem do livre arbítrio de sua vontades anterior a este mundo aqui
- Provas escriturárias da pré-existência
- De todo modo a justiça divina está salva
- Um juízo divino já precedeu a vinda neste mundo dos seres raciocinantes
- Primeira seção: Sobre a alma em geral
- Quinto tratado (II,10-11): Da ressurreição, do castigo e das promessas
- Primeira seção: Da ressurreição
- Serão nossos corpos que ressuscitarão tornados espirituais
- O estado (a qualidade) do corpo espiritual e as diferenças de glória
- O corpo glorificado será ao mesmo tempo idêntico e diferente em relação ao terrestre como a planta em relação ao grão donde sai
- Segunda seção: Dos castigos
- Do juízo
- Cada um acende por seus pecados a chama do fogo que o queima
- Comparação com os sofrimentos que causam as paixões
- O dilacerar interior da alma
- Castigos medicinais
- O intendente desonesto que será "cortado em dois"
- as trevas exteriores: os corpos obscuros dos ímpios ressuscitados
- Do juízo
- Terceira seção: Das promessas
- Todo homem age para um fim
- Os milenaristas imaginam a vida futura segundo o modelo da presente
- As promessas devem ser entendidas no sentido espiritual
- O desejo de conhecer as razões das obras de Deus e o conhecimento que podemos delas ter aqui em baixo
- O conhecimento que nos será dado depois da morte
- A "escola das almas" depois da morte: sobre a terra, nos ares, através das esferas planetárias
- A "escola das almas" depois da morte: na esfera dos fixos, nas realidades inteligíveis, em Deus
- Primeira seção: Da ressurreição
- Primeiro tratado (II,4-5): "Que o Deus da Lei e dos profetas e dos Evangelhos é uno e que é o mesmo Deus para o Antigo e para o Novo Testamento"
- Primeiro ciclo de tratados (I,1 a II,3)