Toda formiga que deixa seu formigueiro e vai para o deserto verá o sol — mas não saberá o que vê. Que ironia! Todos percebem a Beleza Divina com o Olho da Certeza, pois na realidade nada existe exceto a Unidade Transcendente; eles olham, eles veem, mas não compreendem. Eles não tiram prazer da vista, pois para desfrutá-la é preciso saber pela Verdade da Certeza o que se está vendo, por Quem e por quê.