Até onde sabemos, Hallaj não citou esse versículo, embora pareça fazer referência a ele. Seu próprio apelido significa "cardador de algodão", que foi sua primeira profissão. Portanto, ele deve ter se sentido diretamente desafiado por essa impressionante imagem corânica, a partir da qual desenvolveu o motivo da borboleta em voo. Da mesma forma, Hallaj evoca o "medo" e a "perplexidade" do pássaro sufi que busca alcançar o significado mais profundo de Deus na experiência da proximidade (qurb). E parece, diz ele, "mais tênue do que os restos de fardos de algodão" - uma alusão à sua própria pessoa. Há este verso de Rumi: "Atire a chama do amor nesse algodão, como Hallaj, e como o povo da pureza", Mystical Poems of Rûmî, 1.1, trans. Arberry, n° 30, v. 3. (Stephane Ruspoli – Ruzbehan Tratado Espirito Santo)