Como consolo, pode-se lembrar Proclus (Teologia Platônica, IV, XVII), onde ele diz que no prado do inteligível, ou seja, no lugar de onde os seres inteligentes se originam e que é, portanto, seu alimento, está Adrastea, que proclama: "A alma que viu a verdade está imune à tristeza até o outro céu". Ela "guarda o demiurgo com tambores de bronze e um tímpano de bode, e a tal ponto faz ressoar a voz dele que todos os deuses se voltam para ela". (
Zolla Misticos Ocidente)